Vamos falar sobre educação financeira?

No Brasil, falar de dinheiro ainda é muito mal visto. Muitas vezes as pessoas preferem disfarçar o assunto ao invés de falar sobre saúde financeira. Precisamos mudar isso! Quase todo mundo quer atingir um bom patamar financeiramente, mas poucos querem dedicar tempo a isso. Conheça um pouco a minha história de amor com educação financeira.

Minha trilha para a educação financeira:

Tudo começou quando eu tinha 10 ou 12 anos. Tinha uma mesada pequena, mas o suficiente para eu comprar as minhas balas no final da escola. Melhor ainda, conseguia fazer sobrar mais ou menos R$ 10 ou R$ 20 todo mês. Perfeito para uma criança, concorda?  Esse foi o ponto onde comecei a conhecer e praticar a educação financeira na minha vida.

Sempre fui controlador e focado em como fazer meu patrimônio crescer, mesmo quando ele valia apenas R$ 100. Quando completei 18 anos consegui meu primeiro estágio. Uhul! Agora sim! Eu tinha uma enorme remuneração, a gigante quantia de meio salário mínimo por mês. O valor financeiro não me importava, eu queria ver aquele montante crescendo sem parar! Era mais ou menos R$ 400 todo mês e eu conseguia juntar quase a metade.

Fui buscar maneiras de fazer aquela metade render mais, mesmo que fosse só 0,1% a mais que a poupança. Enfiei a cara nos livros, leia-se computadores, e comecei a pesquisar, ler e buscar informações sem parar. Opa! Tava começando a entender o que era investimentos. CDB? LCI? LCA? Aos poucos fui me tornando um expert das siglas. Enquanto isso, fazia de tudo para poupar o meu suado dinheiro.  

Não é nenhum bicho de sete cabeças:

Meus pais sempre foram pessoas com um alto nível de educação financeira, mas nunca tiveram muito tempo para dedicar a evolução do patrimônio, e por isso sempre caiam nos investimentos dos bancos, que muitas vezes são os piores.

Eureca! Minha primeira conclusão foi: Não posso deixar meus investimentos na poupança! Eu sabia que meus pais mantinham uma poupança para mim desde o dia que nasci. Diga-se de passagem que era uma quantia bem agradável para um jovem de 18 anos. Minha primeira reação foi começar a convencer meus pais a aplicar aquele dinheiro em ativos melhores.

Vamos sair da poupança?

“Pai, mãe, vamos tirar esse dinheiro da poupança?

“Não, é muito arriscado”

Foi aí que eu percebi que eu precisaria de mais para convencê-los a tirar o dinheiro da poupança. Voltei para as telas e estudos e montei uma apresentação explicando todas as vantagens do tesouro direto em relação a poupança. Sim! Eu consegui, não foi fácil levando em conta o perfil de investidor extremamente conservador deles.  

Educação financeira

Eu fiquei muito satisfeito em ver aquele meu patrimônio crescendo, e agora com taxas ainda melhores. Mas obviamente eu não poderia parar por aí!

Bolsa de valores. Medo pra quê?

Não parei no tesouro direto. Voltei para o estudos mais uma vez. Queria ver meu patrimônio crescendo cada vez mais rápido, mesmo que eu precisasse arriscá-lo. O primeiro passo foi procurar o máximo de informações sobre onde eu estava prestes a pisar. Não foi fácil. Foi necessário muito tempo de dedicação para conseguir entender pelo menos 5% desse universo chamado mercado financeiro.

Eu estava pronto! Pelo menos eu achava isso. Como eu já tinha conta em uma corretora onde investia no tesouro, começar com as ações ficou fácil. Separei um dinheiro exclusivamente para isso. Enviei a minha ordem de compra, feito! Eu tinha comprado a minha primeira ação. A educação financeira estava me abrindo grandes portas.

Era só o início, comecei a estudar ainda mais e a respirar o mercado financeiro. Acho que meu topo foi quando meus amigos começaram e me pedir conselhos sobre quais ações comprar.

Mergulhando no mercado financeiro

Arrumei um emprego em uma empresa totalmente focada em bolsa de valores. Agora sim, eu vivia o mercado financeiro. Isso me motivou mais ainda a entender sobre saúde financeira, e claro, investimentos. Já tinha uma planilha no excel para controlar meu patrimônio: gráficos e mais gráficos, e eu nunca parava de melhorá-la. Tinha meus investimentos em renda fixa e renda variável. Tinha minha reserva de emergência e minhas aplicações para o longo prazo. A minha vida era educação financeira.

Saia da inércia!

Hoje eu aprendo cada vez mais como ajudar as pessoas, e consigo fazer meu patrimônio crescer dia após dia. Aquele jovem que se esforçava para convencer seus pais a sair da poupança, agora controla o patrimônio da família. Minha jornada começou quando eu juntava R$ 10 por mês. Por que não começar a sua hoje?

As pessoas muitas vezes se preocupam demais com o dinheiro pois se ocupam de menos com a educação financeira. Pensar em crescimento de patrimônio não é ganância, nem é feio, é planejar uma vida com qualidade e projetar o futuro. Dê o primeiro passo para atingir todos os seus sonhos. Invista em você.

E aí? Podemos falar sobre dinheiro?

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2018-06-18T16:00:34+00:00